3 tipos de conteúdo que atraem quem realmente quer comprar
Deixa eu adivinhar: você gasta horas postando, criando e respondendo comentários nas redes, mas ainda assim sente que os seguidores não viram clientes com a velocidade (ou frequência) que gostaria. O problema não está só na oferta, nem no algoritmo. Está no tipo de conteúdo que você está entregando.
Ninguém quer só conteúdo “bonitinho” — quem está pronto para comprar quer facilidade, confiança e o impulso certo. Se você não está criando para capturar esse público, alguém está. E você já sabe: quem chega primeiro, vende mais barato…
Você pode tentar convencer um curioso a comprar. Ou pode servir exatamente o que um comprador faminto procura. Adivinha quem converte mais rápido?
Hoje, vou quebrar com você três formatos matadores para atrair e converter quem já acordou disposto a fechar negócio. E eles já bombam lá na Comunidade Sem Codar, porque misturam automação com inteligência criativa sem enrolação.
O que é isso na prática?
Tipos de conteúdo que atraem compradores, de verdade, são materiais feitos para facilitar a vida de quem está pulando do palco de “interesse” para “ação”. Ou seja: aquela pessoa que já pesquisou, já comparou e está a um clique de fechar — só falta um empurrãozinho ou um acesso mais fácil.
Não é material só para engajar. É conteúdo para esquentar lead na veia. Pense em:
- Postagens compráveis: a pessoa já clica e compra, direto da rede social.
- Guias de presentes e lookbooks interativos: o cliente se vê usando o produto, imagina a solução ali na frente dele.
- Webinars demonstrativos: “vem ver, ao vivo, como isso resolve sua dor — e agora tem desconto exclusivo”.
1. Postagens em redes sociais compráveis
O que são?
Sabe aquela experiência hipnótica ao rolar o Instagram e, do nada, aparece exatamente o produto/serviço que você queria… com botão de comprar ali na tua cara? Isso é postagem comprável. Facebook, Insta, TikTok — todas apostando nisso. A barreira da compra cai e a experiência fica evidente: o menor atrito, a maior taxa de conversão.
Como aplicar?
- Tenha catálogo digital integrado às plataformas (
Shopify,Loja integrada, até WhatsApp Business serve — mas com fluxo bem construído). - Use fotos que mostrem uso real, nada de banco de imagem sem alma. Gente de verdade conectando com dor real.
- Capriche nas descrições: fale o que resolve, não só “bonito e barato” (ex: “Resolva seu look de última hora em segundos — clique e receba amanhã”).
- Ative aquela função “Marcações de produto” e adicione calls to action sem vergonha: “Arraste pra cima e garanta o seu”.
Dica de ouro: Teste formatos diferentes. Stories convertem MUITO para compras rápidas, feed é pra catálogo inspiracional. Misture!
2. Guias de presentes e lookbooks interativos
O que são?
A pessoa quer presentear, mas não sabe o quê. Ou está olhando para o próprio armário (ou casa, ou rotina) e não enxerga saída. Guias de presentes e lookbooks interativos resolvem isso. Eles criam o “UAU!” visual e ainda simplificam a escolha — já apontam: “isso serve pra você, pra sua mãe, praquele evento”, etc.
- Monte seleções temáticas (“Presentes para o amigo secreto tech”, “Looks para home office cool”, “Kits para viciados em automação”).
- Use carrosséis, vídeos rápidos, testes interativos (“Qual perfil de presenteado é você?” com links diretos para os produtos).
- No digital, aplique automação para recomendar produtos baseados em respostas — integração Make + Notion + Whatsapp já vi rolando liso na Comunidade Sem Codar.
Por que funciona?
- Elimina o medo de errar.
- Traz prova social: “Uau, já vi outra pessoa usando assim!”.
- Facilita recomendação: a pessoa compartilha com quem precisa decidir junto.
Insight matador: Quanto mais palpável/plano de ação seu conteúdo, menor o tempo do lead no funil. Quanto tempo a mais você quer esperar pelo “sim”?
3. Webinars demonstrativos
O que são?
Lives, workshops curtos, ou até mesmo uma call gravada e editada onde você mostra — NA PRÁTICA — seu produto (ou serviço) virando solução real, para uma dor que todo mundo sente. Chamadas como “Veja como X resolve problema Y em 10 minutos” são puro ouro.
Como transformar webinar em máquina de vendas?
- Traga perguntas frequentes dos leads (da caixa de entrada, das DMs, da Comunidade Sem Codar) e responda antes mesmo de serem feitas.
- Mostre, sem esconder o jogo: da compra até o uso, sem enrolação.
- Ofereça incentivo exclusivo: quem está ao vivo ganha condição especial, teste ou presente.
- Use a gravação depois para captar novos leads com automação de distribuição (sequência de e-mail, WhatsApp, remarketing).
Acha que webinar não converte? Quem quer comprar adora ver o produto “em ação”, sem cortes. Quem não quer comprar… nem deveria entrar no seu funil!
O que ninguém te contou sobre conteúdos de compra
- Posts compráveis não funcionam com cópia fraca ou fotos genéricas. É storytelling visual, não anúncio de liquidação.
- Lookbook e guia só convertem se mapearem situações reais de compra, não se for aquela coisa forçada que ninguém vive (quem nunca viu “presente para sogra super descolada” e riu, né?).
- Webinar que vira aulinha de YouTube morre na praia — foco total no problema/desejo do comprador, sem desviar.
Dica extra da Booster Tech
Quer automatizar o disparo dos conteúdos certos para quem está prestes a fechar? Rode um fluxo simples:
Lead baixou o guia de presentes → Tag no CRM → Disparo automático de lookbook + convite para webinar ao vivo.
Isso é só uma amostra do que fazemos todo santo dia para clientes na Booster Tech. E sim, tem curso sobre funis automatizados lá na Comunidade Sem Codar.
Conclusão provocativa
Seu conteúdo está atraindo compradores… ou só entretendo curiosos? Aquela sensação de “ninguém me responde no inbox” costuma ser só reflexo de conteúdo genérico, “nice to have”, que não encurta caminho para a compra.
O segredo não está em postar mais — está em postar melhor, para quem já quer sacar o cartão.
Bora transformar conteúdo em vendas de verdade? Fale agora com a Booster Tech, siga a gente no Instagram ou mande um “quero vender” direto no WhatsApp. Porque “esperar esquentar lead” virou coisa do século passado – e seu conteúdo merece pagar boleto.